Como a maioria das descobertas tecnológicas, os computadores foram construídos inicialmente para fins militares. O interesse pela construção do primeiro computador foi grande. Alemanha e Estados Unidos disputavam essa acirrada corrida contra o tempo.
Durante a Segunda Guerra Mundial tiveram início os projetos para a sua construção, motivados principalmente pela necessidade de agilizar o processo utilizado para codificar e decodificar as mensagens trocadas durante a Guerra.
Logo depois, foi construído o primeiro computador eletro-mecânico, que possuía gigantescas dimensões. Ele funcionava a base de válvulas a vácuo e armazenava dados através de cartões perfurados.
Porém, foi somente a partir de meados dos anos setenta que os computadores ganharam fama. Nesse período, avanços tecnológicos e pesquisas científicas foram capazes de produzir circuitos elétricos cada vez mais aperfeiçoados, possibilitando miniaturizar os computadores tornando-o mais baratos e acessíveis.
A partir desses avanços chegamos ao que é hoje conhecido como o microcomputador, ou PC (Personal Computer). Umas máquinas pequenas, capazes de desenvolver os mais sofisticados trabalhos, e que se aperfeiçoam cada vez mais.
Atualmente, a informática está presente em quase tudo que nos cerca. Está em um forno microondas, por exemplo, quando programamos o tempo de aquecimento de um alimento, ou ainda em um caixa eletrônico quando efetuamos um saque no banco 24 horas.
Na verdade, a informática existe para nos servir: reduzir o tempo que gastamos para nos comunicar, aumentar a precisão dos nossos cálculos, automatizar processos repetitivos, auxiliar no controle de estoques, etc.
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